Conselheira do Cade considera improvável novo recurso do cartel do cimento

A conselheira Ana de Oliveira Frazão considera improvável um novo recurso no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a condenação do chamado cartel do cimento. Nesta quarta, 29, o conselho deu 30 dias para que Votorantim Cimentos, Holcim do Brasil, InterCement (antiga Camargo Corrêa Cimentos), Cimpor Cimentos do Brasil, Itabira Agro Industrial, e Companhia de Cimento Itambé paguem multa de R$ 3,1 bilhão, prazo que começa a ser contado a partir da publicação da decisão.

A conselheira explicou que ainda é possível um segundo embargo contra a decisão desta quarta, mas apenas se forem encontradas omissões. “Existe a possibilidade, mas é muito improvável”, afirmou. As empresas também poderão recorrer à Justiça, mas poderão ter que pagar a multa antes de recorrer.

Os participantes do cartel do cimento foram condenados em maio do ano passado, mas entraram com recurso administrativo, que foi julgado nesta quarta. Na decisão, porém, não havia prazo explicitado para o pagamento da multa e havia dúvidas em relação aos prazos finais para a venda de ativos.

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