O Congresso manteve veto presidencial que barrava aumento na lista de despesas prioritárias do Orçamento de 2017 não sujeitas a limitação de empenho. De acordo com esse veto, as propostas parlamentares “contrariam o interesse público”.

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“A exclusão de quaisquer dotações orçamentárias do cálculo da base contingenciável traz maior rigidez para o gerenciamento das finanças públicas, especialmente no tocante ao alcance da meta de resultado primário. Além disso, à medida que se reduzem, nessa base, as despesas discricionárias do Poder Executivo, aumenta proporcionalmente a participação dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União na limitação de empenho, o que poderá prejudicar o desempenho de suas funções, uma vez que, de forma geral, suas dotações se destinam ao custeio de ações administrativas”, diz justificativa da presidência.

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Entre os dispositivos vetados por Temer estão despesas destinadas à implantação e ao financiamento de universidades federais a partir de 2016, despesas relativas às agências reguladoras e ao Programa Nuclear da Marinha.