O governador Geraldo Alckmin (PSDB) explicou que a suspensão do reajuste das tarifas de pedágios será possível com a adoção de medidas como a cobrança do eixo suspenso dos caminhões e a “penalização” das concessionárias por atraso em obras. Haverá também a redução do porcentual do faturamento sobre as tarifas da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), que cairá pela metade, de 3% para 1,5%. E a última medida é o chamado ônus fixo, que é aquilo que o governo recebe da concessionárias mas pode abrir mão para que o reajuste não ocorra.

O reajuste seria feito pelo IGP-M acumulado de 6,2%, porcentual que o governo busca evitar com essas medidas. “Não vamos cortar investimentos, vamos melhorar a eficiência e vamos inclusive aumentar o investimento em mobilidade urbana”, disse o governador.