Em um plenário lotado de parlamentares, assessores, jornalistas e sindicalistas, o presidente da comissão especial da reforma da Previdência, Carlos Marun (PMDB-MS), discute nesta terça-feira, 14, critérios para tentar limitar o número de pessoas. O plenário dois, um dos maiores disponíveis para as comissões na Câmara dos Deputados, tem lotação máxima de 150 pessoas, mas parlamentares (principalmente da oposição) pedem que um espaço maior seja disponibilizado.

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“Precisamos tratar essa discussão com a magnitude que ela tem”, disse o deputado Ivan Valente (PSOL-SP). Os integrantes da oposição pedem que as sessões da comissão sejam feitas no auditório Nereu Ramos, que tem capacidade maior de acomodação. “Haverá enorme curiosidade para participar do debate. O parlamento é aberto, é a casa do povo”, argumentou Valente.

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A preocupação dos deputados ocorre principalmente em relação às audiências públicas, que contarão com convidados do governo, de entidades de classe e especialistas na área da Previdência. Marun, no entanto, propôs limitar a presença de assessores a dois por partido (independente do tamanho da bancada).

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Neste momento, integrantes da Força Sindical sustentam cartazes com os dizeres “não mexam nos nossos direitos” e “queremos uma previdência justa e sem privilégios”. O deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, é um dos integrantes da comissão especial.