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Com liquidez baixa, dólar cai com exterior após duas altas seguidas

  • Por Estadão Conteúdo

Após dois dias em alta, o dólar oscila com viés de baixa no mercado local nesta quarta-feira, 17, em linha com a fraqueza externa da moeda americana após uma piora nas relações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Alguns analistas interpretam como uma ameaça renovada de mais tarifas sobre produtos chineses as declarações do presidente americano na terça-feira, de que ainda há “um longo caminho pela frente” até um acordo comercial com o país asiático.

O investidor estrangeiro vinha adotando uma postura mais cautelosa no câmbio, com aumento das posições compradas no mercado futuro na primeira quinzena deste mês, mas nesta quarta há um movimento técnico de ajuste de posições que, em meio a uma liquidez ainda reduzida, contribui para a queda do dólar ante o real, disse um operador.

A guerra comercial sino-americana será discutida nesta quarta na França, onde ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do grupo das sete economias mais avançadas do mundo (G7) se reúnem. O presidente do BCE, Mário Draghi, fará um discurso nesse evento.

Além disso, fica no radar a participação do presidente Jair Bolsonaro, do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em eventos da Cúpula do Mercosul, na Argentina, onde as autoridades podem falar sobre os planos de liberação de recursos do FGTS e PIS/Pasep e de privatizações da Eletrobras e Petrobras com o objetivo de estimular a economia doméstica.

No mercado à vista, às 9h39, o dólar caía 0,32%, a R$ 3,7585. O dólar futuro para agosto recuava 0,28%, a R$ 3,7625.

Mais cedo, a Fipe divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,10% na segunda quadrissemana de julho, desacelerando em relação à alta de 0,17% verificada na primeira quadrissemana deste mês. A FGV informou um ligeira aceleração do IPC-S em seis das sete capitais analisadas na passagem da primeira para a segunda quadrissemana de julho para 0,14%, ante +0,05% na prévia anterior.

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