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Celina Leão sanciona empréstimo de R$ 6,6 bilhões para o BRB

Ilustração sobre economia e finanças com a logo da Tribuna do Paraná no canto superior esquerdo. A imagem mostra moedas empilhadas, uma calculadora, cédulas de real, gráficos financeiros, indicadores de crescimento e um caderno com relatórios. Ao fundo, aparece um prédio institucional desfocado com a bandeira do Brasil, simbolizando decisões econômicas, mercado financeiro, impostos, programas governamentais e economia popular. Design clean, moderno e voltado para conteúdos de notícias econômicas.
Foto: Imagem criada com IA.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), sancionou nesta quarta-feira (24) a lei que autoriza um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para socorrer o caixa do Banco de Brasília (BRB). O dinheiro virá do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), conforme acordo firmado com o governo federal e mediado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A sanção foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, mas com vetos a alguns pontos do projeto aprovado pela Câmara Legislativa. As informações são da Gazeta do Povo.

Os trechos vetados tratavam da obrigação do BRB de ressarcir o governo distrital pelos valores aportados. Também foram vetados artigos que exigiam do Executivo manter no mínimo 52% das ações com direito a voto do banco e apresentar relatórios detalhados à Câmara Legislativa antes da contratação e semestralmente durante a operação, com informações sobre taxas de juros, prazos, carências, cronograma e valores já pagos.

O Tesouro Nacional resistiu em servir como garantia para o crédito. O ministro Luiz Fux conduziu audiência de conciliação no STF que definiu a forma da operação. A União foi substituída por um conjunto de bancos que atuarão como garantidores, pagando o FGC caso o governo do Distrito Federal não cumpra o acordo.

Caso a garantia precise ser acionada, os bancos serão ressarcidos com recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A operação é resultado de uma reavaliação do indicador de Capacidade de Pagamento (Capag) solicitada pelo governo distrital, que levou o caso ao Supremo.

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