A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (25) a parcela de junho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7. O valor mínimo é de R$ 600, mas com os adicionais a média sobe para R$ 677,66. Neste mês, o programa alcançará 19,34 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,08 bilhões. As informações são do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

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Além do benefício mínimo, há três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses. O programa também paga R$ 50 a gestantes e mães que amamentam, R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e R$ 150 a cada criança de até 6 anos.

O beneficiário pode consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Dez cidades do Paraná receberam pagamento antecipado

Os beneficiários de 207 cidades de oito estados receberam o pagamento no último dia 17, independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores de 124 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades no Amazonas (3), Paraíba (31), Paraná (10), Pernambuco (27), Rio de Janeiro (1), Roraima (6) e Sergipe (5).

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Essas localidades foram afetadas por chuvas ou estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Regra de proteção beneficia 2,26 milhões de famílias

Cerca de 2,26 milhões de famílias estão na regra de proteção em junho, com benefício médio de R$ 369,27. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até um ano, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706. Neste mês, 140 mil novas famílias aumentaram a renda e ingressaram na regra de proteção.

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Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. A mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.