Economia

Você pode ter dinheiro esquecido e nem sabe; veja como resgatar parte dos R$ 6 bi

Esta foto foca na textura e na diversidade de cores das notas. Uma mão (bem cuidada, com unhas curtas) segura um leque perfeito e denso de notas. Estão visíveis todas as denominações principais (R$2, R$5, R$10, R$20, R$50, R$100 e R$200). O fundo é um mercado de rua brasileiro desfocado (bokeh), trazendo um contexto real de uso do dinheiro. A luz é natural e suave.
Notas de Real em circulação representam o fluxo constante de bens e serviços que movimenta a economia brasileira, do pequeno varejo às grandes transações. Foto: Imagem criada por Inteligência Artificial.

Mais de 24 milhões de brasileiros ainda têm cerca de R$ 6 bilhões esquecidos em bancos e administradoras de consórcios, segundo atualização do Banco Central. Desse total, mais de R$ 4 bilhões pertencem a pessoas físicas e quase R$ 2 bilhões a empresas. Os valores podem ser resgatados gratuitamente pelo sistema oficial do BC. As informações são da Gazeta do Povo.

Os valores esquecidos vêm de contas bancárias antigas, depósitos não movimentados, aplicações deixadas para trás ou saldos de ações judiciais. Cerca de 70% das pessoas têm até R$ 10 para resgatar, mas mais de 700 mil brasileiros ainda têm direito a valores acima de R$ 1 mil.

Desde 2022, o Banco Central já devolveu mais de R$ 15 bilhões aos proprietários. Mesmo assim, milhões de pessoas e empresas continuam sem solicitar os recursos disponíveis.

Consulta é feita pelo site oficial do BC

Para consultar, é preciso acessar o sistema Valores a Receber do Banco Central, informar CPF e data de nascimento ou CNPJ e data de abertura da empresa. Se houver saldo, o sistema orienta como solicitar a devolução. O resgate é feito por chave PIX ou por contato direto com a instituição financeira.

A consulta e o resgate são totalmente gratuitos. O Banco Central não envia links por WhatsApp, SMS ou e-mail e nunca cobra taxa para liberar valores. Qualquer pedido de pagamento é golpe.

Herdeiros podem resgatar valores de pessoas falecidas

Nos casos de valores de pessoas falecidas, a consulta pode ser feita por herdeiros, inventariantes, testamentários ou representantes legais, mediante preenchimento de termo de responsabilidade.

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