A seleção brasileira venceu o Japão por 2 a 1 nesta segunda-feira (29), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O resultado contrariou a previsão de Joachim Klement, estrategista alemão que havia acertado os campeões das últimas três edições do torneio usando um modelo que combina dados econômicos, climáticos e informações da Fifa. As informações são da Gazeta do Povo.

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Klement utiliza um sistema econométrico, que é um método matemático para medir dados econômicos e sociais. Ele analisa quatro pilares: o PIB per capita (riqueza por pessoa), o tamanho da população, a temperatura média do país (ele considera 14°C o ideal para o futebol) e o ranking da Fifa. O estrategista do banco Panmure Libertum também inclui um fator de sorte, admitindo que 45% do resultado de uma partida depende do acaso.

O economista baseou sua aposta no histórico recente, citando vitórias dos japoneses sobre a Alemanha e sobre o próprio Brasil em amistosos. Ele defendia que o Japão seria a grande zebra do torneio. Apesar do erro neste jogo específico, seu modelo ainda aponta os Países Baixos como campeões de 2026.

Klement ganhou fama por sua precisão histórica. Ele cravou corretamente que a Alemanha venceria a Copa de 2014 no Brasil, que a França levaria o título em 2018 na Rússia e que a Argentina seria a campeã de 2022 no Catar.

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O Goldman Sachs dá à seleção brasileira apenas 8% de chance de título, apontando a falta de um grande goleador. O Bank of America coloca o Brasil em quarto lugar no ranking de favoritismo, enquanto o UniCredit prevê que a equipe brasileira chegará à semifinal e conquistará o terceiro lugar.

Há uma divisão de opiniões entre as instituições financeiras. O Bank of America e o Natixis apostam na França como a grande candidata ao troféu. Já o Goldman Sachs coloca a Espanha no topo, com 26% de probabilidade de vitória. O UniCredit acredita que a Argentina conquistará o bicampeonato consecutivo.

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