Economia

Bolsa dispara 3% e atinge maior patamar desde maio com inflação menor

Ilustração sobre economia e finanças com a logo da Tribuna do Paraná no canto superior esquerdo. A imagem mostra moedas empilhadas, uma calculadora, cédulas de real, gráficos financeiros, indicadores de crescimento e um caderno com relatórios. Ao fundo, aparece um prédio institucional desfocado com a bandeira do Brasil, simbolizando decisões econômicas, mercado financeiro, impostos, programas governamentais e economia popular. Design clean, moderno e voltado para conteúdos de notícias econômicas.
Decisões econômicas, inflação e mercado: entenda como os rumos da economia afetam o seu dia a dia. Foto: Imagem criada com IA.

O mercado financeiro brasileiro fechou a sexta-feira (10) em alta, impulsionado pela inflação abaixo do esperado e pelo cenário externo. A bolsa subiu 2,97% e atingiu o maior nível desde 14 de maio. O dólar caiu pela terceira sessão seguida e voltou a fechar na faixa de R$ 5,10.

As informações são da Agência Brasil.

O principal motivo para o desempenho positivo foi a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho. A inflação oficial desacelerou para 0,16%, após alta de 0,58% em maio, ficando abaixo das projeções do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice ficou em 4,64%.

O resultado reforçou a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) possa voltar a reduzir a taxa Selic, os juros básicos da economia, na reunião de agosto. Juros menores tendem a favorecer a bolsa ao reduzir o custo de financiamento das empresas.

O Ibovespa encerrou o pregão aos 177.866,37 pontos, registrando o maior fechamento desde maio. O índice completou a terceira semana consecutiva de valorização, acumulando ganho de 2,18% na semana e alta de 10,39% no ano. O volume financeiro negociado somou R$ 24,99 bilhões.

O dólar à vista caiu 0,31% e encerrou o dia cotado a R$ 5,108, menor valor de fechamento desde 16 de junho. A moeda americana acumula desvalorização de 1,18% na semana e recuo de 6,94% no ano. O real acompanhou o fortalecimento das moedas de outros países emergentes.

Os preços internacionais do petróleo fecharam em queda pelo segundo pregão consecutivo. O barril do tipo Brent recuou 0,38% e encerrou cotado a US$ 76,01. O mercado continua monitorando a situação no Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo, em meio aos confrontos entre Estados Unidos e Irã.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google