economia

BCE deveria restringir QE a situações excepcionais, diz Weidmann

Jens Weidmann, integrante do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do Bundesbank (o BC alemão), disse hoje que compras de bônus pelo BCE deveriam se restringir a “situações excepcionais” e “de forma alguma” deveriam se tornar um instrumento de política permanente.

Em 1º de novembro, o BCE vai retomar o chamado programa de relaxamento quantitativo (QE, pela sigla em inglês), através do qual comprará 20 bilhões de euros em bônus soberanos e outros ativos mensalmente. O novo QE faz parte de um amplo pacote de estímulos monetários anunciado pelo BCE em meados de setembro.

Weidmann, que é um tradicional crítico da política ultra-acomodatícia do BCE, fez o comentário durante conferência do Bundesbank, em Frankfurt.

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