É preciso contabilizar gastos sociais como investimento, defende Lula

É preciso, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, haver uma mudança no modo de encarar os gastos públicos. "Tudo que fazemos para os pobres é contabilizado como gastos e queremos contabilizar como investimentos."

Durante a primeira coletiva de imprensa concedida pelo presidente em dois anos e quatro meses de governo, Lula disse que enquanto nos oito anos do governo anterior a média de emprego gerados por mês era de oito mil, nos dois primeiros anos do novo mandato já foram abertos 91 mil postos de empregos com carteira assinada. "Isso é uma melhora significativa para o povo."

Lula apontou outros dados que refletem a preocupação do governo com os investimentos sociais, como os programas Bolsa Família e Brasil Sorridente, o aumento do poder aquisitivo e do salário mínimo e o fato de a indústria ter tido o maior crescimento dos últimos 18 anos. O presidente destacou ainda que é um ganho a aprovação do Estatuto do Idoso, que dá a pessoas que não contribuíram o direito à aposentadoria e conta com cerca de R$ 3 bilhões de investimentos do governo. "O que estamos fazendo são passos muito sólidos, muito tranqüilos, sem perder a cabeça um minuto, para que possamos ser julgados em qualquer momento histórico pelas coisas que foram feitas."

O presidente disse ainda que tem a constante preocupação de que é preciso fazer sempre mais. "O desejo de fazer é insaciável da minha parte, mas muitas vezes limitado por circunstâncias que não dependem da minha vontade".

Grupos de WhatsApp da Tribuna
Receba Notícias no seu WhatsApp!
Receba as notícias do seu bairro e do seu time pelo WhatsApp.
Participe dos Grupos da Tribuna
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.