Segundo o titular do órgão, Geraldo Serathiuk, a ação é importante não só para proteger o desenvolvimento desse público – que nessa idade precisam brincar e exercer atividades de acordo com as suas condições físicas e psicológicas – mas também facilitar o seu retorno à escola. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, em 2000, o Paraná foi o estado do Sul que mais teve crianças fora da escola. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)
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