Dólar fecha a R$ 2,117, em queda superior a 0,80%

O dólar interrompeu nesta terça-feira (06) duas altas seguidas, oscilou em baixa o dia todo e fechou em forte queda, motivado pela recuperação técnica nos mercados mundiais. No mercado interbancário, o dólar comercial recuou 0,84%, para R$ 2,117. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista cedeu 0,81%, também para R$ 2,117.

As cotações renovaram as mínimas logo após o leilão de compra da moeda pelo Banco Central, afetadas pela aceleração dos ganhos nas Bolsas. O firme recuo do risco Brasil também estimulou a redução das apostas de alta das cotações da moeda norte-americana. Por volta das 16 horas (de Brasília), o risco Brasil caía 3 pontos a 198 pontos-base, enquanto o risco dos países emergentes recuava 4 pontos para 189 pontos-base.

As Bolsas em Nova York e São Paulo exibem firmes altas esta tarde, seguindo o comportamento positivo das Bolsas na Ásia e na Europa. Os mercados não reagiram significativamente a indicadores norte-americanos divulgados hoje. E o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, também não falou esta tarde sobre política monetária em discurso durante evento realizado no Havaí.

No leilão, o Banco Central pagou taxa de corte de R$ 2,1185. O dólar renovou as mínimas logo após o leilão, de R$ 2,1155 (-0 88%) na BM&F e de R$ 2,116 (-0,89%) no mercado interbancário. Naquele momento, as Bolsas renovavam as máximas.

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