O dólar comercial fechou na taxa máxima registrada no dia, em alta de 0,31%, cotado a R$ 2,238 no mercado interbancário. A mínima de hoje foi de R$ 2,226 por dólar. Em junho, a moeda norte-americana acumula desvalorização de 3,66% em relação ao real. Desde o começo do ano, a taxa de câmbio acumula queda de 3 74%.

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No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar negociado à vista também encerrou na taxa máxima do dia, valendo R$ 2,237, em alta de 0,52%.

O volume de negócios no mercado de câmbio foi mais fraco hoje, demonstrando que os investidores estão em compasso de espera pelo comunicado após a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre juros na quinta-feira à tarde. A expectativa é de, pelo menos, mais dois aumentos do juro básico nos EUA: um nesta semana e outro na reunião de 8 de agosto. A dúvida é sobre o tamanho do aperto monetário, se será 0,25 ponto porcentual ou 0,5 ponto. Na BM&F, foram registrados 61 negócios até as 16h05, com giro financeiro de US$ 211 milhões.

Os investidores devolveram vendas assumidas na primeira parte dos negócios por causa da queda mais acentuada das Bolsas em Nova York durante a tarde, que está sendo acompanhada pela Bovespa. Além disso, não foi identificado o ingresso financeiro que esperado, de cerca de US$ 480 milhões, relativo à participação de investidores estrangeiros na oferta pública de ações do Banco do Brasil.

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Pela manhã, algumas tesourarias venderam dólar esperando uma queda mais acentuada das cotações por causa desse ingresso financeiro, que acabou não ocorrendo hoje, comentou um operador. A subida do risco Brasil e do risco dos países emergentes esta tarde também favoreceu o ajuste da taxa de câmbio.