Diretora descarta racionamento de remédios para Aids

A diretora adjunta do Programa Nacional de DST/AIDS, do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, afastou hoje (27) a possibilidade de racionamento na distribuição de remédios para pacientes sorpositivos. Segundo ela, os técnicos do ministério chegaram a analisar a medida, mas chegaram à conclusão de que não seria necessária.

"Farmanguinhos nos entregou três milhões de medicamentos, um outro laboratório vai entregar até o fim do mês mais dois milhões e a gente já havia adquirido de um laboratório indiano nove milhões que estão começando a chegar agora. Então, está absolutamente regularizado o abastecimento", disse Simão, em entrevista ao programa Notícias da Manhã , da Rádio Nacional.

De acordo com a diretora adjunta, os problemas no estoque foram causados pela falta de matéria-prima para a produção do medicamento. A escassez seria uma conseqüência do aumento no número de pessoas em tratamento em todo o mundo.

O Brasil distribui atualmente dezessete combinações de diferentes de remédios. Desses, o país produz oito medicamentos, chamados de primeira linha. Os remédios para os pacientes tratados há mais tempo e com resistência ao vírus da Aids estão sob patente de laboratórios estrangeiros e são comprados pelo governo brasileiro no mercado internacional.

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