O delegado da 6ª DP, Ricardo Dias Teixeira, havia encaminhado ofício ao Instituto Médico Legal (IML) pedindo exames complementares de identificação do corpo – DNA, identificação datiloscópica e exame de arcada dentária. O delegado Teixeira contou que uma mulher fez ligações para a delegacia durante a madrugada, informando que Gangan estava afastado do morro já havia algum tempo. O irmão gêmeo do traficante teria tomado o lugar dele para despistar a polícia. “A informante disse que ele foi para a casa daquela moça porque era um local de conhecimento da polícia. Tudo não passaria de uma manobra para que o traficante fosse dado como morto e pudesse agir livremente. Na verdade, achei tudo isso fantasioso, mas pedi todos os exames complementares para que não restasse dúvida sobre esse assunto”, afirmou Teixeira.
O corpo de Gangan seguirá para uma funerária em Jacarepaguá e depois possivelmente para o cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Sulacap.Ainda não há horário previsto para o enterro.
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