Decisão impõe júri para caso da morte da princesa Diana

O milionário Mohamed al Fayed, dono da loja de departamentos londrina Harrods, venceu hoje uma batalha judicial para impor a participação de um júri no processo que apura a morte da princesa Diana – ex-mulher do príncipe britânico Charles – e de seu filho, Dodi al Fayed.

Três juízes do Tribunal Superior de Londres derrubaram a decisão de uma magistrada que pretendia conduzir sozinha – sem a ajuda um júri – a investigação para determinar o que causou a morte de casal em agosto de 1997.

Os advogados de Mohamed al Fayed contestaram a decisão da juíza Elizabeth Butler-Sloss de conduzir sozinha o inquérito alegando que isso daria a impressão de inadequação. Ainda segundo eles, a convocação de um júri seria a única forma de satisfazer a exigência do público por uma investigação adequada da batida de trânsito que resultou na morte do casal em um túnel de Paris há quase dez anos.

O Tribunal Superior de Londres acatou a queixa dos advogados de Mohamed al Fayed. Butler-Sloss alega ter tomado a decisão de conduzir o caso sozinha por acreditar que o excesso de detalhes e o volume de documento poderia dificultar o trabalho de um júri.

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