Trinta e três postos de combustíveis irregulares foram notificados pela Polícia Civil em Curitiba e Região Metropolitana. A fiscalização ocorreu entre os dias 1.° e 6 de novembro. Os estabelecimentos notificados estavam sem o alvará na polícia ou com a documentação atrasada – que deve ser atualizada todos os anos. Ao todo, foram fiscalizados 39 postos na primeira vistoria e 33 deles tinham irregularidades, o que corresponde a 84,6%.

“Essas fiscalizações conseguem constatar irregularidades. Nós estamos intensificando as vistorias desses locais e começamos pelos que sabemos que não têm alvará na Deam”, explica o delegado chefe da Delegacia Especializada de Explosivos, Armas e Munições (Deam), Adriano Chohfi.

A delegacia tem a competência de fiscalizar e controlar a fabricação, depósito, armazenamento, comércio, transporte e uso de produtos controlados – explosivos ou não. “Nas fiscalizações, nós verificamos se há o alvará e também questões de segurança no local”, relata Chohfi.

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Além do alvará da Polícia Civil, a Deam também verifica as demais documentações que os postos devem ter, como alvará do Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária. “Nós fazemos um trabalho em conjunto, se não estiver tudo em dia, nós notificamos o estabelecimento”, conta o delegado.

Os 33 postos irregulares foram notificados e devem se adequar às normas de segurança em um prazo de 30 dias. Caso isso não ocorra, a Deam irá comunicar a falta de alvará e pode vir a interditar o local, já que oferece risco aos consumidores, segundo a polícia.

As empresas que buscam regularizar o alvará na Polícia Civil, deve procurar a Deam, na Rua Ermelino de Leão, 513, no bairro São Francisco, em Curitiba.

Outras fiscalizações

Além da intensificação da fiscalização nos cerca de 400 postos em Curitiba e Região Metropolitana, segundo a Deam, locais que contenham venda de fogos de artifício também serão vistoriados no fim deste ano. “Nós também somos responsáveis por esse tipo de produto e iremos começar em meados de novembro a fiscalizar as vendas ilegais”, afirma o delegado.

A Deam não divulgou os nomes nem os bairros onde ficam os postos fiscalizados.

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