A perspectiva de uma greve geral, convocada por entidades sindicais para essa sexta-feira (14), em defesa da aposentadoria, educação e por geração de empregos, pode acabar prejudicando grande parte dos curitibanos, ao menos aqueles que dependem do transporte coletivo de Curitiba. Isso se dá em razão da possibilidade dos trabalhadores das empresas de ônibus aderirem à paralisação.

continua após a publicidade

+ Fique esperto! Perdeu as últimas notícias sobre segurança, esportes, celebridades e o resumo das novelas? Clique agora e se atualize com a Tribuna do Paraná!

Segundo o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), desde a última segunda-feira (10) estão sendo realizadas assembleias nas empresas para decidir a adesão à greve. A definição, no entanto, não deve acontecer antes da noite dessa quinta-feira (13), na ‘última hora’.

Quem vai parar

Mais de 30 categorias poderão ter seus serviços paralisados. As categorias que prometem cruzar os braços são:

continua após a publicidade

• SMC: Metalúrgicos da Grande Curitiba;

• SISMAC: Escolas;

continua após a publicidade

• SISMUC: CMEIS, Escolas e quadro geral dos servidores da prefeitura de Curitiba;

• SINPES: Sindicato dos Professores de Ensino Superior de Curitiba e Região Metropolitana;

• SIFAR: Quadro geral das servidoras e servidores de Araucária;

• SISMMAR: Magistério Municipal de Araucária;

• APUFPR – SSIND- Trabalhadoras/es da UFPR;

• Bancárias/os;

• SINDIPETRO: Petroleiras/os;

• SINJUTRA: Servidoras/es Públicos Federais da Justiça do Trabalho;

• SINDTEST: Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no estado do Paraná;

• SINSEP: Sindicato dos Servidores Públicos de São José dos Pinhais;

Cobradores e motoristas de ônibus durante paralisação em 2012. Foto: Marcos Borges/Arquivo/Tribuna do Paraná

As seguintes entidades que compõem o Fórum das Entidades Sindicais (FES) definiram aderir a greve geral convocada pelas centrais sindicais contra a reforma da Previdência e ainda em defesa da data-base:

• Educação Básica – escolas e colégios estaduais: APP-Sindicato.

• Instituições Estaduais de Ensino Superior – IEES – Universidades estaduais: Assuel (Londrina) Sindiprol/Aduel (Londrina) Sinteemar e Sesduem (Maringá) Sinteoeste e Adunioeste (Cascavel) Sintespo (Ponta Grossa) Sintesu (Guarapuava) Unespar (7 universidades)

• Saúde SindiSaúde-PR.

• Meio Ambiente e Agricultura: SindiSeab

• Segurança Pública:

– Apra (polícia militar);

– Sindespol (escrivães);

– Sipol (investigadores);

– UPCB Bombeiros (bombeiros militares);

– Sindarspen (agentes penitenciários);

– Sinssp-PR (servidor@s técnic@s administrativos);

– Sindespol (polícia militar);

– Sinclapol (polícia Civil);

• Sinpoapar- Peritos

• Assofepar, AVM e Amai (associações de militares)

• Estradas e Rodagem: Sinder

• Detran: SinDetran

• Servidores do Judiciário: Sindijus-PR (Judiciário)

• SindiMP-PR (Ministério Público)

Ato

A ADEPOL-PR, em conjunto com outras entidades ligadas aos servidores da segurança pública do estado, irão fazer também nesta sexta-feira apenas um ato em defesa do pagamento da data base dos servidores. A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Paraná, porém, ressalta que não irpa aderir à greve geral.

Homem é morto com nove tiros, na frente do filho de oito anos, na Grande Curitiba