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Transporte coletivo

Veja o que muda no cartão-transporte em Curitiba

Curitibanos terão em breve mais opções para carregar o cartão-transporte. Uma das novidades será a recarga por meio de aplicativos de celular

  • Por Gustavo Ribeiro - especial para a Gazeta do Povo
Foto: Cesar Brustolin/SMCS
Foto: Cesar Brustolin/SMCS

Os curitibanos terão em breve mais opções para carregar o cartão-transporte. Uma das novidades será a recarga por meio de aplicativos de celular. Além disso, os usuários do transporte coletivo da capital também poderão comprar créditos no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal e em uma rede de supermercados, cujo nome ainda não foi divulgado pela prefeitura. As informações foram confirmadas pelo presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto.

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Dentre essas novas alternativas, a que está mais próxima de se concretizar é a dos aplicativos Mercado Pago e RecargaPay. Pelo celular, o usuário poderá pagar por cartão de crédito e terá a recarga disponível em até 24 horas, menos tempo do que o atual sistema de pagamento por boleto, que pode chegar a 72 horas.

Segundo a Urbs, os aplicativos estão em fase final de homologação e, assim que passarem pelos trâmites burocráticos, estarão disponíveis para a população. “A comissão de licitação pediu mais uma documentação para as empresas e o Mercado Pago e o RecargaPay devem apresentar ainda nesta semana. A partir daí estarão homologados e em funcionamento”, disse o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto.

Por enquanto não há informações sobre as taxas que serão cobradas — o boleto hoje custa R$ 2,04 e nos postos credenciados é cobrado R$ 1 a cada recarga. Pelo edital da Urbs, as taxas serão definidas pelas empresas dentro de um limite dependendo do valor de recarga, como abaixo:

De R$ 0,01 a R$ 100,00 = taxa de até R$ 3,00

De R$ 100,01 a R$ 300,00 = taxa de até R$ 4,00

De R$ 300,01 a R$ 500,00 = taxa de até R$ 6,00

De R$ 500,01 a R$ 800,00 = taxa de até R$ 8,00

De R$ 800,01 até o limite máximo de carga = taxa de até R$ 10,00

Vale ressaltar, entretanto, que os aplicativos estão liberados para fazer promoções e oferecer descontos de acordo com o valor da recarga.

No banco e no mercado

Os usuários do transporte público de Curitiba também poderão carregar o cartão em agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O processo, porém, não está tão adiantado como dos aplicativos, mas a expectativa da Urbs é de ocorra ainda no primeiro semestre de 2019. “Tanto o Banco do Brasil como a Caixa já vieram até nós e agora depende deles apresentarem a documentação para oferecer essa forma de recarga ao usuário”, adiantou Maia Neto à Gazeta do Povo.

A Urbs também tem conversado com uma rede de supermercados para criar postos de recarga. A negociação, no entanto, ainda está em processo inicial e deve demorar mais tempo para se concretizar.

Com a opção de pagar nos bancos e supermercados, o usuário terá mais pontos físicos para recarregar o cartão-transporte, que hoje se limitam aos postos de atendimento da Urbs na Rodoferroviária e nas Ruas da Cidadania e em 19 estabelecimentos credenciados.

“Temos que recuperar o tempo perdido para viabilizar um novo modelo, com uma nova bilhetagem, para que possamos dar agilidade ao sistema de transporte coletivo. Temos trabalhado nisso para decidir os melhores caminhos a serem tomados”, afirmou o presidente da Urbs.

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7 Comentários em "Veja o que muda no cartão-transporte em Curitiba"


Flavio Steiner
Flavio Steiner
1 mês 8 horas atrás

Só nessa mal/di/ta terra de mher da. Você paga pra poder…pagar…

Jack Bouer
Jack Bouer
1 mês 13 horas atrás

Quando a URBS faz suas besteiras habituais a turma critica, quando finalmente faz algo que presta critica também? aumentaram o leque de opções para facilitar a recarga, mas ninguém é obrigado a usar os novos meios de pagamento.

Solon da Silva Brasileiro
Solon da Silva Brasileiro
1 mês 14 horas atrás

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, dois bancos que atendem muito, muito mal, aqueles que precisam usar seus serviços. Somados com a Prefeitura/URBS vai ser o horror. Coitado dos que resolverem ou precisarem comprar créditos em suas agências.
Deveriam ter sido privatizados a bastante tempo

Leonizia Aparecida Bastos
Leonizia Aparecida Bastos
1 mês 14 horas atrás

Mais uma cobrança para povo, até quando vamos ficar pagando pelos roubos que os corruptos fizeram nos cofres publico.Vamos andar de UBER sai mais barato e ainda temos segurança para ir e voltar do trabalho.

Pabllo Vittar
Pabllo Vittar
1 mês 14 horas atrás

Pagar taxa pra pagar 4,50 de passagem??? Adorei, eu que não vou ficar de fora dessa!!!

Flavio Steiner
Flavio Steiner
1 mês 8 horas atrás

Eu também não! Quem vai perder a oportunidade de pagar pra pagar?

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