Os moradores do conjunto Vitória Régia, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), recebem entre os dias 14 e 17 de março, a segunda etapa deste ano do programa Curitiba Sem Mosquito. Na ação, os agentes farão vistoria nos quintais e darão orientações sobre a limpeza dos terrenos, separação de lixos e entulhos, como armazená-los e colocá-los em frente das casas para serem coletados. Nas próximas segunda (18) e terça-feira (19), os caminhões do departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente vão passar pelo local para recolher os entulhos.

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Soma de esforços

Para a coordenadora do Programa Municipal de Controle do Aedes, Tatiana Faraco para manter a doença distante de Curitiba é necessário contar com o apoio da comunidade. “Precisamos fazer uma soma de esforços entre o serviço público e a população para conseguir manter a dengue longe da nossa cidade”, diz a Tatiana.

Segundo a prefeitura,  as altas temperaturas do verão e a umidade causada através das chuvas criam as condições perfeitas para a reprodução do mosquito. Por isso, é importante manter o hábito da limpeza semanal dos quintais e não acumular água parada.

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Balanço

A primeira etapa do Curitiba Sem Mosquito deste ano foi realizada no Atuba e no Bairro Alto, em fevereiro, e foram recolhidos mais de 58 mil kg. Este é o terceiro ano que a prefeitura promove os mutirões com a coleta de entulho nos dez distritos sanitários da cidade. Em 2017 e 2018 foram mais de duas mil toneladas de lixo recolhido em toda a cidade.

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Segundo o Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) de 2018, a capital atingiu o índice zero de infestação pelo mosquito. “Esse resultado só foi possível com essas ações de prevenção. Nosso objetivo é mantê-lo em 2019”, diz a secretária.

Como identificar

Durante as visitas, os agentes de endemia da Secretaria Municipal da Saúde usam camiseta azul clara, boné, calça e jaqueta azul marinho. Desde o crachá, todas as peças têm a logomarca da Prefeitura de Curitiba. Vale lembrar que eles não usam jalecos brancos. Em caso de dúvida, é possível pedir a identificação do profissional e ligar para o 156 para checar se ele é um agente de endemias. A Central 156 tem a lista de todos os profissionais.

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