O Ministério Público do Paraná (MP-PR) se posicionou de forma contrária à soltura de Edison Brittes, assassino confesso do jogador Daniel Corrêa Freitas. Na última semana, a defesa do empresário pediu à 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, sua soltura e que ele passasse a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Edison é o único dos sete réus que segue preso.

Conforme a defesa de Brittes, a motivação para a liberação dele seria que ele não oferece mais risco ao andamento do processo já que fase de depoimentos chegou ao fim. Segundo o MP, no entanto, Brittes já fez ameaças para influenciar o depoimento de testemunhas. “O emprego de ameaça para influenciar o depoimento de testemunhas carreia induvidosamente a distorção da apuração da verdade no processo”, diz o procurador Marco Aurélio Oliveira.

A juíza da Vara, Luciani Regina Martins de Paula, não se manifestou sobre o caso.