Durante as buscas pelo corpo de Tayná os quadro detidos não conseguiam dizer onde estava a vítima. Por várias vezes indicaram locais onde supostamente haviam enterrado a garota, mas foram levados de volta para a delegacia do Alto Maracanã. Tayná só foi encontrada por populares, no fim daquela tarde, dentro de um poço.
Eles também tinham dito que o assassinato havia acontecido na terça-feira, dia em que a garota desapareceu, mas o laudo da perícia apontou que ela tinha morrido há menos de 48 horas.
Os quatro afirmaram ter estuprado a garota várias vezes, porém, segundo a perícia, o corpo estava “com as vestes em alinho”, e não foram encontradas marcas de abuso. Além disso, o esperma encontrado na calcinha dela não pertencia a nenhum dos quatro detidos.


