Leon Grupenmacher, diretor-geral do Instituto de Criminalística defendeu ontem a perícia feita no corpo de Tayná Adriane da Silva, 14 anos, e no local onde ela foi encontrada morta, no fim de junho. Ele declarou que a perícia levantou provas conclusivas. “Tudo que podia ser usado como prova neste caso foi recolhido e documentado”, afirmou Leon.

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Ele negou as acusações de que roupas da garota teriam sido queimadas e garantiu que todas as provas foram arquivadas e estão à disposição da Justiça. Também reafirmou que Tayná não foi violentada. “Não há nenhuma marca que aponte violência sexual”. O instituto ainda precisa finalizar a perícia do absorvente encontrado próximo ao corpo e exames de DNA de suspeitos.

 

Churras

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O delegado Silvan Pereira, preso suspeito de envolvimento na tortura dos quatro acusados de matar Tayná, foi transferido do Centro de Triagem I, no Centro, para o Cope. O motivo, não confirmado pela Polícia Civil, teria sido um churrasco promovido pelo detido nas dependências do CTI.