Um abaixo-assinado que circula na internet está coletado assinaturas para que a Rodoferroviária de Curitiba seja batizada com o nome de Rachel Lobo Genofre, em homenagem à menina de oito anos de idade encontrada morta no local, dentro de uma mala. O caso, que ocorreu no dia 5 de novembro de 2008, completa, na próxima segunda-feira (5), dez anos sem ser solucionado. O abaixo-assinado circula na plataforma Avaaz e ainda conta com pouco menos de 5 mil assinaturas. O documento se baseia no fato da rodoferroviária ainda não ter um nome oficial.

A menina Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre desapareceu no dia 3 de novembro de 2008 depois de sair da escola onde estudava, o Instituto Estadual de Educação do Paraná, no Centro de Curitiba, por volta das 17h30, e foi vista pela última vez na Rua Voluntários da Pátria, próximo a Praça Rui Barbosa.

O corpo de Raquel foi encontrado no interior de uma mala às 2h30 da madrugada do dia 5 de novembro do mesmo ano, por dois índios que encontraram o objeto entre seus pertences, embaixo de uma escada no interior do terminal. A menina estava com o corpo seminu e apresentando sinais de violência sexual e estrangulamento. Ninguém sabe como a mala foi parar na Rodoferroviária. As câmeras de vigilância interna não estavam funcionando. Os índios chamaram um fiscal da Urbs, que abriu a mala e encontrou o corpo enrolado em lençóis e sacos plásticos, em seguida a Polícia Militar foi acionada.

Segundo a descrição do abaixo-assinado, a intenção dos criadores da petição é recolher 10 mil assinaturas com o objetivo de homenagear Rachel e outras meninas que foram violentadas. Até as 18h desta terça-feira (30) 4.851 assinaturas haviam sido coletadas.

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