A participação de empresas nacionais, sozinhas ou em parceria, marcou o leilão do terceiro setor de blocos ofertados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) nessa sexta rodada de licitações de áreas para exploração e produção de petróleo e gás no país.

Envolvendo 13 blocos localizados em áreas terrestres do setor 3 da Bacia Potiguar (no Rio Grande do Norte), o terceiro setor do leilão teve 13 dos 30 blocos ofertados nas chamadas bacias maduras (já exploradas) arrematados por empresas nacionais e internacionais.

A brasileira Arbi Petróleo, por exemplo, disputou três e levou dois blocos: Potiguar 366 e 485. Outra empresa brasileira, a Aurizônia Empreendimentos levou três blocos: Potiguar 393, 403 e 404. A Petrobras levou outros quatro blocos, todos em parceria com a Petróleos de Portugal, com a participação de 50% do consórcio para cada uma das empresas, tendo a estatal brasileira como operadora dos quatro blocos: Potiguar 435, 436, 479 e 480.

A Petróleos Portugal (Petrogal) levou com a Petrobras, só que como operadora dos campos, outros três blocos: Potiguar 355, 394 e 395.

O último dos 13 blocos arrematados foi o Potiguar 437. Por ele, o Synergy Group Corporation, do Brasil, levou, em parceria com a australiana PortSea Oil & Gás, o bloco com uma oferta de R$ 26,1 mil. A brasileira é operadora do bloco com 65% de participação.

O valor mínimo dos 30 blocos ofertados era de R$ 10 mil e o maior valor pago foi efetuado pela Petrobras em consórcio com a Petrogral: R$ 3,8 milhões.