A reunião da CPI do Banestado na Assembléia Legislativa ouviu hoje o ex-presidente do banco, Domingos Murta Ramalho (1995/1997), e Alceu Carlos Preisner, que presidiu o Del Paraná, braço paraguaio do banco estatal paranaense, em 1994.

Ramalho afirmou que o Banestado, como todos os bancos públicos no país, foi mal concebido e sobreviveu até 1994 graças a ganhos fictícios proporcionados pelo modelo econômico e a alta inflação. E Preisner denunciou empréstimos e financiamentos irregulares feitos pelo Del Paraná em gestões anteriores. Além de atribuir ao corpo funcional parte da responsabilidade na quebra da instituição.

O presidente da comissão, deputado Neivo Beraldin, pediu a quebra do sigilo bancário de 11 empresas depois de estudar processo encaminhado pelo Banco Central ao Ministério Público estadual elencando 729 operações irregulares de concessões de crédito. (Leia mais na edição de amanhã do jornal O Estado do Paraná)