“Qualquer entendimento ou iniciativa que venha a limitar constranger ou obstar o exercício pleno da cidadania pelo portador de deficiência em nosso País é inconstitucional e discriminatório”, diz a nota. Para o Conselho, tornar o voto facultativo é incentivar as pessoas portadoras de deficiência física a “ficarem em casa, reclusos, segregados da sociedade, sem participar do ato mais importante do cidadão que é o votar”.
Além de incentivar os familiares, diz o Conade, a não se obrigarem a garantir a locomoção do cidadão deficiente ao local de votação e os agentes públicos, a providenciar as adequações necessárias para atender os deficientes. O Conade entende que as exceções para o voto obrigatório estão na Constituição Federal e que a inclusão dos portadores de deficiência só poderia ser feita por emenda constitucional, sendo uma resolução do TSE inconstitucional.
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