O texto sugere algumas medidas “para assegurar que a população brasileira possa usufruir dos benefícios dessa tecnologia, com celeridade e segurança”, a exemplo da alteração da competência da CTNBio, no novo Projeto de Lei, visando à manutenção do caráter decisório e vinculante de suas decisões, tal como consta na Lei de Biossegurança atual (Nº 8974/95). Além disso, o documento pede uma rápida solução às questões legais que envolvem a biotecnologia no Brasil. “Não se justifica que mecanismos burocráticos travem o avanço e o desenvolvimento da ciência no Brasil, principalmente porque o país, no segmento da genômica, tem capacitação e destaque no cenário mundial”, assinala o manifesto.
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