Martin Bernetti/AFP

Os chilenos, cujo ponto fraco pode ser o jogo aéreo, já que os defesas têm menor estatura, foram pela última vez a um Mundial na França de 1998, quando chegaram às oitavas. O melhor que conseguiram até hoje nesta competição foi em casa, em 1962: o terceiro lugar.

Os ‘Catrachos’ apostam no trio inglês Maynor Figueroa e Hendry Thomas (Wigan) e Wilson Palacios (Tottenham Hotspur), assim como no veterano Carlos Pavón, de 37 anos. O capitão David Suazo continua dúvida.

O presidente hondurenho Porfirio Lobo assistirá à partida, assim como a ex-presidente chilena Michelle Bachelet (2006-2010). O atual, Sebastián Piñera, que foi a edições anteriores, não viajará, tomado pelos problemas derivados do terremoto de 27 de fevereiro.

Este Mundial pode ser a grande chance de Bielsa apagar da memória o fracasso com a Argentina em 2002 (Coreia do Sul e Japão), apesar de hoje já ser considerado um dos melhores técnicos do mundo.

Alguns jogadores chilenos chegaram a dizer que pretendem um dos quatro primeiros lugares no Mundial, enquanto os hondurenhos foram mais cautelosos e não estabeleceram nenhuma meta, embora sonhem chegar às oitavas.

Os dois técnicos mantêm segredo sobre os titulares da estreia na África do Sul

Prováveis escalações:

Chile: Claudio Bravo – Mauricio Isla, Gary Medel, Waldo Ponce, Arturo Vidal – Carlos Carmona, Rodrigo Millar, Matías Fernández – Alexis Sánchez, Esteban Paredes (Humberto Suazo), Jean Beausejour. Técnico: Marcelo Bielsa.

Honduras: Noel Valladares – Sergio Mendoza, Maynor Figueroa, Osman Chávez, Emilio Izaguirre – Hendry Tomas, Wilson Palacios, Amado Guevara, Edgar Alvarez, Julio de León – Carlos Pavón. Técnico: Reinaldo Rueda.