Em entrevista ao jornal NBr Manhã, do canal a cabo da Radiobrás, o líder disse que os deputados vão votar de acordo com a sua consciência. “Não houve nenhum fato novo nas contas públicas ou nas finanças do país que levasse a fazer alteração nos nossos votos. Até porque 260 reais é o maior salário mínimo dos últimos 17 anos. Nos não estamos votando algo irrelevante. Estamos votando o que o país pode pagar aos trabalhadores”, afirmou. Segundo Chignalia, “ao contrário do que a oposição deseja, muitos partidos avaliam que nós devemos ter mais votos nesta votação do que na primeira. Até porque a Câmara retoma a condução do processo político”.
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