| Ângelo Vanhoni e Beto Richa: campanhas privilegiam propostas para convencer o eleitor e mostrar quem é o candidato da mudança, da novidade. |
As coordenações das candidaturas anunciam que vão privilegiar a apresentação de propostas, ambas com o mesmo interesse: querem capitanear a rejeição à atual administração e tentar convencer o eleitor de que representam a mudança, a novidade.
O PT já tem o discurso pronto, pois Richa é o atual vice-prefeito de Cassio Taniguchi (PFL). Enquanto isso, o PSDB busca mostrar que Richa está rompido com Taniguchi, tendo tomado decisões contrárias à sua orientação, e, por isso, seria um candidato independente, não tendo nem mesmo as ligações que Vanhoni tem com o governador Roberto Requião e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Nos sites, as acusações entre eles são constantes. Desde o primeiro instante, Richa procurou tornar o adversário antipático perante a população ao afirmar que estava esperando uma “campanha sórdida”. Vanhoni é chamado, em notícias divulgadas pela assessoria de Richa, de “candidato das promessas não cumpridas e do salário mínimo da fome”. Já na página do candidato petista, o adversário é acusado de fazer “campanha sórdida”, em razão de um muro ter aparecido pichado com frases ofensivas a Vanhoni.
O PT acusa ainda Richa de “gastos com mordomia e dispêndios supérfluos” como vice-prefeito, visto que a verba orçamentária de gabinete teria aumentado de R$ 220 mil para R$ 799 mil este ano.
continua após a publicidade
continua após a publicidade