Chefe da Renault, Flávio Briatore negou nesta terça-feira (19) ter recebido dinheiro para liberar o espanhol Fernando Alonso para a McLaren. Segundo o dirigente, a decisão de deixar o bicampeão treinar pela equipe inglesa foi tomada por causa do bom relacionamento entre ambos.

Na última sexta, Alonso realizou seu primeiro treino pela McLaren. O espanhol ficou em terceiro lugar na sessão, atrás de seu companheiro, o inglês Lewis Hamilton, que acabou como o melhor do dia. Na ocasião, a imprensa européia comentou que Briatore havia recebido US$ 2,5 milhões para romper o contrato do espanhol, que só terminaria no final deste ano.

"Não recebi nada. A única razão é que Alonso possui um relacionamento de cinco anos com a gente", contou Briatore ao jornal espanhol As. "Apesar das vitórias, este ano está sendo muito estressante para mim. Ainda bem que ele está terminando", disse o italiano, que pôde comemorar o bicampeonato com o piloto espanhol.

Se a Renault liberou Alonso, a mesma sorte não teve o finlandês Kimi Raikkonen. O chefe da McLaren, Ron Dennis, não permitiu que o piloto realizasse testes pela Ferrari, apesar dos pedidos da equipe italiana.