O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), candidato a presidente do Conselho de Ética da Casa, afirmou que, se for eleito para o cargo, cobrará do senador e ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB-DF), explicações sobre o episódio em que teria combinado, em março passado, a partilha de R$ 2,2 milhões com o então presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Tarsício Franklin de Moura.

O episódio aparece em fita gravada pela Polícia Civil do Distrito Federal durante a "Operação Aquarela", que investigou desvios de recursos do estatal BRB. Roriz nega qualquer irregularidade em relação aos R$ 2,2 milhões. Virgílio disse que o PSDB decidiu indicá-lo para presidente do Conselho de Ética do Senado para atender a um "apelo da Nação pela busca da verdade".