Trabalho escravo sem verba pública

Brasília – O ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, assinou ontem portaria que proíbe 52 empresas e pessoas jurídicas envolvidas com trabalho escravo de receber financiamento público, repasses dos fundos constitucionais e incentivos fiscais. Entre os que ficam impedidos de fazer as transações, está o vice-presidente da Câmara, Inocêncio Oliveira (PFL-PE), condenado em primeira instância por trabalho escravo na Fazenda Caraíbas, no Maranhão. O deputado nega as acusações. Ao anunciar sua decisão, Ciro Gomes estava acompanhado dos ministros do Trabalho, Jaques Wagner, e dos Direitos Humanos, Nilmário Miranda.

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