Brasília – O servidor da Infraero Agnaldo Molina Esteves, responsável pela medição do volume de água na pista do Aeroporto de Congonhas no dia do acidente com o avião da TAM, disse à CPI do Apagão Aéreo na Câmara que não acredita que a pista molhada tenha contribuído para o acidente.

?Cerca de 40 aviões pousaram depois [do acidente] e não aconteceu nada?, afirmou aos parlamentares.

No dia que o avião da TAM saiu da pista e se chocou com o terminal de cargas da empresa, explodindo em seguida, segundo o servidor, a pista estava molhada, mas sem poças de água. Ele foi quem comunicou à torre de controle que a pista de pouso não apresentava problemas.