brasil

Protesto diante da ONU pede respostas à morte de Marielle

Cerca de 150 pessoas se reuniram nesta sexta-feira, 23, diante da sede da ONU em Genebra para pedir respostas diante do assassinato de Marielle Franco, vereadora carioca do PSOL.

Com cartazes denunciando a violência no Brasil, grupos brasileiros e estrangeiros exigiam a realização de investigações independentes sobre o caso e que os responsáveis sejam levados à Justiça. Em português, inglês e francês, oradores se alternaram para ler a declaração que cerca de cem entidades fizeram durante o Conselho de Direitos Humanos da ONU, na última terça-feira.

Mariana Tavares, estudante brasileira que organizou o evento, ainda contou com a colaboração de sindicatos suíços. “Muitos que falam a verdade ao poder no Brasil sofrem violência e estigmatização sem precedentes”, afirmou.

A pressão sobre o governo brasileiro, porém, deve se intensificar nos próximos dias. Relatores da ONU querem respostas oficiais por parte de Brasilia e, na próxima semana, podem emitir novos comunicados denunciando o País.

Para 2018, porém, o governo brasileiro não irá receber relatores de direitos humanos da entidade. Dois deles – Michel Forst e Phillip Alston – receberam indicações que apenas serão recebidos no Brasil em 2019, depois das eleições presidenciais. Um terceiro teve sua visita cancelada.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.