A Organização Mundial da Saúde (OMS), através da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), segue em 2026 com a classificação do presunto e outras carnes processadas como salsicha (vina para os curitibabanos), bacon e salame no Grupo 1 de carcinogênicos.
O que isso significa na prática? Existe comprovação científica sólida de que o consumo destas carnes causa câncer em humanos, especialmente o colorretal.
Vale destacar: o presunto está na mesma categoria que o tabaco e o amianto, mas isso não significa que uma fatia de presunto seja tão perigosa quanto um cigarro. A classificação indica a certeza da evidência, não o grau de perigo.
Estudos apontam que o consumo diário de 50 gramas de carne processada – aproximadamente duas fatias – pode aumentar o risco de câncer colorretal entre 18% e 26%.
O risco está ligado aos processos de defumação, cura e ao uso de aditivos químicos como nitritos e nitratos, que podem formar compostos cancerígenos no organismo.
A recomendação dos especialistas é clara: limite o consumo e priorize alimentos naturais e minimamente processados para reduzir os riscos à saúde gastrointestinal.
Não, a carne processada foi classificada na mesma categoria que causas de câncer como o tabagismo e o amianto (Grupo 1 da IARC, cancerígeno para humanos), mas isso NÃO significa que todas sejam igualmente perigosas. As classificações da IARC descrevem a força das evidências científicas sobre um agente ser uma causa de câncer, em vez de avaliar o nível de risco.
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