A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis arquivou o caso do cão Orelha a pedido do Ministério Público de Santa Catarina. A decisão ocorreu após análise de cerca de dois mil arquivos, vídeos e laudos técnicos que concluíram que o animal não foi morto por um grupo de adolescentes. Segundo a promotoria, os jovens e o cão não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão, e a morte aconteceu devido a uma condição grave e preexistente.
O que aconteceu com o caso do cão Orelha?
A Justiça de Florianópolis arquivou o caso a pedido do Ministério Público de Santa Catarina. O Tribunal de Justiça explicou que quando o Ministério Público pede o arquivamento dentro dos parâmetros legais, o Poder Judiciário não pode dar prosseguimento ao processo por iniciativa própria. O caso corre em segredo de Justiça.
Por que o Ministério Público pediu o arquivamento?
Após analisar cerca de dois mil arquivos, vídeos e laudos técnicos, o Ministério Público concluiu que os adolescentes acusados e o cão Orelha não estiveram juntos na praia no momento da suposta agressão. A investigação demonstrou que não houve o crime inicialmente relatado.
Qual foi a causa da morte do cão Orelha?
Segundo a análise da promotoria, a morte do animal aconteceu devido a uma condição grave e preexistente, e não por agressão. O cão foi submetido à eutanásia por causa dessa condição de saúde que já existia antes do episódio investigado.
Quem eram os acusados no caso?
Um grupo de adolescentes foi inicialmente apontado como responsável por agredir o cão Orelha. Porém, a investigação do Ministério Público concluiu que esses jovens não estiveram com o animal no período em que teria ocorrido a suposta agressão na praia.
Quando o Ministério Público divulgou a conclusão da investigação?
O Ministério Público de Santa Catarina informou sua conclusão no dia 12 de maio, três dias antes do arquivamento oficial do caso pela Justiça. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou o arquivamento na sexta-feira, dia 15 de maio.



