Polícia investiga marido de empregada no caso “executivo da Yoki”

Um marido de uma das três empregadas do casal Matsunaga é investigado pela polícia sob a suspeita de ter ajudado na desova de pedaços do corpo de Marcos Kitano Matsunaga, 42, diretor-executivo da empresa de alimentos Yoki.
Uma empregada e duas babás frequentavam o apartamento onde o casal morava, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. Eles têm uma filha de um ano, que está sob a guarda de uma tia.

A polícia investiga se o marido de uma destas funcionárias ajudou Elize a desovar pedaços do corpo de Marcos em uma região de mata de Cotia, na Grande São Paulo.

Apesar de Elize dizer que cometeu o crime sozinha, uma testemunha de Cotia diz ter visto quando um motociclista, vestido de preto e em uma moto escura, jogou os sacos plásticos azuis onde estavam pedaços do corpo do executivo.
A polícia analisou imagens de câmeras de segurança do prédio onde morava o casal, na zona oeste de São Paulo. No sábado, o casal, uma babá e a filha do casal -de um ano- chegam ao apartamento por volta das 18h30. A babá, dispensada, foi embora logo em seguida.

Cerca de uma hora depois, Matsunaga desce até a portaria para pegar uma pizza. Ele estava com a mesma roupa -uma camisa marrom- encontrada pela polícia nos locais onde pedaços de seu corpo foram deixados.

Às 5h de domingo, a babá chega ao apartamento -ao qual ela possui acesso limitado, não podendo circular por todos os cômodos. Por volta das 11h30, Elize desce até a garagem, pelo elevador de serviço, com três malas.

Às 23h50, ela retorna sem as malas. Segundo a polícia, ela afirmou que esqueceu as malas no carro. “O fato é que ele entrou no apartamento vivo e de lá não saiu”, disse ontem o delegado Jorge Carrasco, chefe do DHPP.

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