Três pessoas foram presas na quarta-feira, no Espírito Santo, acusadas de pertencer a uma quadrilha que praticava diversas fraudes em licitações de órgãos públicos para compra de combustível lubrificante automotivo. De acordo com a PF, o bando se passava por uma empresa aparentemente lícita com o fim de participar de licitações públicas. Assim, a empresa apresentava um produto – óleo lubrificante – informando que era 100% sintético, quando, na verdade, tratava-se de óleo falsificado, uma vez que comprava óleo que não possuía esta especificação e o embalava novamente com rótulo falso para ludibriar os compradores.

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As investigações começaram no Espírito Santo após fraudes em licitações da Polícia Federal daquele Estado, que consistiam na venda de mercadoria falsificada. O grupo pode também ter vendido o produto em vários Estados do País para diversos órgãos públicos como a Receita Federal, Exército, Aeronáutica, Escola Agrotécnica Federal, Funasa, universidades federais, Abin, Laboratório Nacional de Astrofísica do Ministério da Ciência e Tecnologia, Embrapa, Ibama, dentre outros. Os órgãos citados desconheciam o ato criminoso praticado pelo grupo.

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