Polícia do Rio investiga mortes de 5 PMs a tiros

Cinco policiais militares foram mortos a tiros no Rio, em diferentes circunstâncias, na sexta-feira (18) e sábado (19). Os casos são investigados, separadamente, pelas delegacias onde foram registrados. As vítimas não trabalhavam nas ocasiões e cada uma era de uma unidade. Deles, quatro estavam nos carros quando foram atacados. O terceiro-sargento Marcos Patríllo Mercês, lotado no 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), morreu na frente da filha, de 14 anos, a caminho do hospital, depois de ter sido atingido ao reagir a um assalto ao ônibus em que estava.

A investida, ocorrida num trecho de São João do Meriti, na Baixada Fluminense, sábado, também deixou outros dois baleados: o passageiro Ricardo Gonçalves dos Santos e a filha dele, de 11 anos, que foram internados no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), conhecido como Hospital da Posse. Os dois bandidos fugiram.

Também sábado, em uma estrada em Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense, o cabo João Luiz Souza Pereira, do 18º BPM, foi atingido por seis tiros vindos de um automóvel Meriva prata que emparelhou com o Gol verde dele. O soldado Marco de Oliveira Mendonça, do 16º BPM, foi encontrado com um tiro no peito dentro do veículo dele, um Astra prata, em Bangu, também na zona oeste da capital, sábado.

O cabo da Polícia Militar (PM) Paulo José Craveiro dos Santos, que trabalhava no prédio do Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran), foi alvejado no peito quando estava ao volante de um Palio branco, em Olaria, também na zona oeste, na sexta-feira. No mesmo dia, o cabo Kléber do Amparo, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), foi morto num Astra preto, em Niterói, no Grande Rio.

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