Rio

, (AG) – A Polícia Federal investiga se o general Lino Oviedo – foragido do Paraguai e acusado de ter ordenado o assassinato do vice-presidente Luis Maria Argaña, em 1999 – é a pessoa identificada como Lino e General em conversas telefônicas de presos de Bangu I com outros traficantes. Os grampos telefônicos foram realizados pelo Departamento de Polícia Federal e divulgados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Oviedo foi beneficiado por uma liminar do Superior Tribunal de Justiça, que o autorizou a circular livremente no Brasil.

O nome Lino aparece na gravação de um telefonema internacional de um traficante paraguaio conhecido como Compositor para Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e seu homem de confiança, Marcos Marinho dos Santos, o Chapolim.

O general Oviedo, segundo sub-relatório da CPI do Narcotráfico, estaria envolvido com Beira-Mar, a quem teria dado abrigo na Fazenda Santo Antônio, de sua propriedade, na fronteira do Paraná com o Paraguai.

Na gravação, Compositor – que está, segundo a polícia, provavelmente em Foz do Iguaçu – diz que Lino está perto, mas que não pode dar cobertura a uma ação criminosa, pois não tem apoio. Compositor estaria sendo acuado por um grupo inimigo

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