Os advogados do casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá negaram nesta terça-feira (15) que a defesa tenha entrado com um pedido de habeas-corpus preventivo em nome dos suspeitos. "Desconhecemos em absoluto quem entrou com esse pedido de habeas-corpus. Nós entendemos que isso foge da linha de defesa e nesse momento não é a orientação da defesa", afirmou Marco Polo Levorin, ao sair da residência dos pais de Alexandre, no Tucuruvi, na zona norte da capital paulista.

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No site do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o advogado Diego Luiz Berbare Bandeira entrou nesta terça-feira (15) com dois pedidos de habeas-corpus, um em nome de "Alexandre Nardoni" e outro para beneficiar "Ana Carolina Jatobá". No dois casos, há diferenças na grafia dos nomes em relação ao casal suspeito de matar a menina Isabella, de 5 anos. A madrasta da criança tem dois "N" no primeiro nome. Além disso, na ação impetrada nesta terça-feira (15) não aparece os nomes Trotta Peixoto. No caso do pai de Isabella, falta, no pedido de habeas, o nome Alves.

Nesta terça-feira (15), os advogados do casal estiveram na casa dos pais de Alexandre. Rogério Neres de Sousa e Ricardo Martins chegaram às 13 horas ao local com um saco de roupas. Eles disseram que eram as roupas que Anna Carolina usou durante o tempo que ficou presa no 89º Distrito policial (DP), na zona sul da cidade. Eles também entraram com uma página de jornal na residência. Levorin, o outro advogado, chegou perto das 16 horas. Eles continuavam reunidos com o casal até o começo da noite.

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