O Ministério Público Estadual (MPE) vai investigar se bancos, estacionamentos e empresas de segurança também pagaram propina à máfia do Imposto sobre Serviços (ISS) para obter descontos, segundo afirmou o auditor fiscal Luis Alexandre Cardoso de Magalhães em depoimento.

O promotor Roberto Bodini disse que os dados ainda são “genéricos” e serão apurados. O delator disse que o esquema paralelo era comandado pelo fiscal Ronilson Bezerra Rodrigues e movimentaria R$ 6 milhões por semana. O advogado dele, Marcio Sayeg, nega. O prefeito Fernando Haddad (PT) disse que “o capítulo do ISS de bancos ainda é algo a ser explorado”.