São Paulo – O coordenador-geral da Justiça Federal, ministro Gilson Dipp, presidente da Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais, disse nesta segunda-feira (8), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, esperar que os juizados especiais permaneçam funcionando nos aeroportos por um período de tempo curto.

continua após a publicidade

?Esperamos que fiquemos aqui temporariamente, porque se ficarmos temporariamente é sinal de que as autoridades públicas solucionaram o problema do transporte aéreo. Nós não estamos aqui para solucionar o caos aéreo, esse é um problema do Executivo, é um problema do Legislativo, é um problema das autoridades competentes, o Judiciário está aqui como prestador de serviço ao cidadão?, disse.

A partir desta segunda-feira, passageiros que tiverem problemas relacionados com atrasos e cancelamentos de vôos, falta de informação, overbooking, extravio ou violação de bagagens, entre outros, poderão fazer reclamações e acionar a Justiça já no saguão de cinco aeroportos do país: Galeão/Tom Jobim e Santos Dumont, no Rio de Janeiro; Juscelino Kubitschek, em Brasília;  Congonhas e Guarulhos, em São Paulo.

Os postos funcionarão até o dia 31 de janeiro de 2008, mas o prazo poderá ser prorrogado, caso haja necessidade.

continua após a publicidade

Segundo a Justiça Federal, os juizados especiais dos aeroportos funcionarão com dois juízes, um federal e um estadual, e outros servidores e conciliadores. Os casos serão prioritariamente resolvidos por meio de conciliação. Não havendo acordo, o autor poderá ingressar com uma ação na Justiça, sem custos.