Ministério Público investiga Louis Vuitton

Depois da loja de luxo Daslu, que em 2005 foi acusada de sonegação e contrabando, agora é a vez da loja carioca da grife francesa Louis Vuitton ser investigada por sonegação fiscal. Dois ex-executivos da marca – que no Rio de Janeiro ocupa cerca de 300 metros quadrados no quadrilátero mais caro de Ipanema – foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por fraudar por 12 vezes a fiscalização tributária em 2001. A dívida acumulada de ICMS é calculada em R$ 300.301,34, somando o valor histórico do tributo mais multa, sem contar juros de mora;

"A empresa LVMH Fashion Group Brasil Ltda se dedica ao comércio de bolsas e demais artigos de vestuário estando portanto obrigada a recolher o ICMS relativo às suas operações comerciais", diz a denúncia, acolhida pela 27ª Vara Criminal na sexta-feira. O processo será analisado pelo juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau. São acusados como responsáveis pela fraude Davide Marcovitch e Marcelo Noschese, administradores da empresa no período;

Marcovitch é presidente da LVMH Bebidas. Noschese era o diretor-geral da Louis Vuitton no Brasil até 2004. Procurada pela reportagem, a empresa enviou um sucinto comunicado dizendo não ter sido intimada pelo Ministério Públio e afirmando que a denúncia trata de um auto de infração cancelado.

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