Juiz livra pai e madrasta de Joanna de júri popular

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o pai e a madrasta da menina Joanna, morta em agosto de 2010, não irão a júri popular. A informação foi divulgada ontem. André Rodrigues Marins e Vanessa Maia Furtado são acusados de tortura e homicídio qualificado por meio cruel.

Segundo a decisão proferida na segunda-feira pelo juiz do 3º Tribunal do Júri da Capital do Rio, Murilo André Kieling Cardona Pereira, os autos serão distribuídos a uma das varas criminais do Rio. O magistrado disse que, desde a decisão desclassificatória do delito, em 3 de junho, o crime não faz mais parte da competência do tribunal do júri, por não se tratar de delito contra a vida.

Joanna faleceu no dia 13 de agosto do ano passado, vítima de meningite, no Hospital Rio Mar. Segundo laudo da polícia, a menina apresentava sinais de maus tratos. Os laudos do inquérito identificaram hematomas e queimaduras em diversos pontos do corpo da menina, além de indícios de quadro depressivo. Joanna só foi levada ao hospital quando seu estado de saúde já era crítico e, para agravar a situação, um falso médico foi quem prestou socorro no Hospital Rio Mar, no Recreio dos Bandeirantes.

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