Juiz e delegados viram reféns em assaltos a bancos

Belo Horizonte (AE) – Policiais militares de Minas Gerais e de São Paulo iniciaram ontem um cerco a pelo menos 12 integrantes de uma quadrilha que manteve cinco policiais, dois delegados e um juiz reféns, desde terça-feira à tarde até ontem. A quadrilha, que escapou pela área rural, entre as cidades de Carmo do Paranaíba, São Gotardo e Araxá, estaria fortemente armada, inclusive portando fuzis. As fronteiras de Minas e de São Paulo estão sob vigilância. O movimento de viaturas era intenso na região, com os policiais interceptando ônibus e automóveis.

Os reféns passaram a noite em um cativeiro próximo à rodovia MG-428, na altura de Sacramento, na região do Alto Parnaíba, em Minas Gerais. Os oito reféns foram soltos e resgatados de helicóptero. Entre os libertados estavam o juiz Valnei Alves Diniz, seqüestrado no município vizinho de Carmo do Paranaíba, e o delegado Augusto, de Rio Paranaíba.

A quadrilha realizou ações integradas ontem em três cidades de Minas: São Gotardo, São Sebastião do Paraíso e Brasilândia de Minas, no noroeste do Estado. Durante a ação, um policial militar foi morto e outros três ficaram feridos. Dois assaltantes também foram baleados e mortos. Os alvos dos assaltantes foram as agências do Banco do Brasil e do Itaú.

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